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Friday, April 29, 2011

Você Pensa O que Acha que Pensa?




Qual é a coerência entre o que você pensa e como você age? Pois dá uma olhada neste livro da foto. A obra põe em cheque opiniões que frequentemente emitimos...Será que nós realmente nos aprofundamos em nós mesmos e naquilo que acreditamos?


O filósofo Luiz Felipe Pondé, que deve vir a Porto Alegre neste ano, também tenta fritar nossos miolos com afirmações como “Deus me livre de ser feliz”. Pondé afronta algumas “verdades” inquestionáveis e desconfia das promessas de felicidade da modernidade.  Vamos polemizar, vamos refletir, vamos questionar. Aos outros e, principalmente, a nós mesmos.

Saturday, April 23, 2011

M.A.S.H.





Ken Kesey e Hollywood - Um Estranho no Ninho

Poucos sujeitos marcaram tanto a contracultura dos anos 1960 quanto Ken Kesey (1935-2001). O cara conseguiu a proeza de ser ao mesmo tempo um autor americano de vanguarda, um polemista de plantão e um ícone da juventude beatnik e hippie. Junto com Timothy Leary, Ken Kesey foi um dos “gurus do LSD” que, a partir do começo da década de 1960, ajudou a espalhar a Epidemia do Ácido que iria varrer o mundo a partir de 1965. Junto com sua "gangue" de Merry Pranksters, viajou num ônibus colorido e psicodélico por 6 meses, atravessando a América de Costa a Costa como se vivesse dentro dum road movie lisérgico. Esta trip (a literal e a mental...) virou o tema de uma histórica gonzo-reportagem de 500 páginas escrita por Tom Wolfe: “O Teste do Ácido do Refresco Elétrico”. 


Após ter sido eleito o Messias de uma Nova Religião Juvenil, Kesey teve problemas com as autoridades e deu um tempo brincando de fora-da-lei foragido no México. Depois acabou indo em cana nos EUA por posse de maconha (e na cadeir escreveu Diários do Cárcere). Mas sua maior contribuição à cultura americana foi mesmo seu primeiro romance, Um Estranho no Ninho, livro elogiadíssimo pela crítica e adaptado para o cinema no clássico de Milos Forman.


Sugiro a leitura e o filme.

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A Velocidade e o Esquecimento

“Há um vínculo secreto entre a lentidão e a memória, entre a velocidade e o esquecimento. (...) Na matemática existencial, essa experiência toma a forma de duas equações elementares: o grau de lentidão é diretamente proporcional à intensidade da memória; o grau de velocidade é diretamente proporcional à intensidade do esquecimento.”
MILAN KUNDERA, A Lentidão

Friday, April 22, 2011

Passe livre [Hall Pass, EUA, 2011]

Ferris Bueller

Curtindo a vida adoidado, agora na versão jogo de tabuleiro

Ferris Bueller, o lendário personagem do filme Curtindo a Vida Adoidado, tão adorado por todo mundo – exceto diretores de escolas – agora é um jogo de tabuleiro. Mas infelizmente é só um protótipo baseado em uma criação do designer argentino Max Dalton.

Sunday, April 17, 2011

NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA

Filme de Wood Allen (1977), título original "Annie Hall" ..Oscar 1978 (EUA)
É um bom passa tempo para um fim de domingo.

    Segue o trailler, recomendo o download.




    The Selvege Yard

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    O blog de fotografia The Selvege Yard publicou nesta semana um pequeno grande achado para quem gosta de fotos vintage: um imenso acervo particular de imagens que retratam a vida na Venice Beachdos anos 70, entre surfistas, skatistas, patinadores, crianças, belas moças e ratos de praia em geral. Para fãs deste período da história, o Venicepix é um prato cheio para perder horas em frente ao computador.
    Mantido por um usuário anônimo do PBase, um site de hospedagem de fotos, o Venicepix te transporta de volta para a California dos anos 70, berço da cultura do skate e onde o surf passou a ser visto como um esporte sério e competitivo. Nas imagens, locais famosos e anônimos mostram pequenos fragmentos de história congelados em um tempo onde não havia grandes marcas e grandes interesses financeiros por trás do surf.

    Foo Fighters no Live on Letterman.

    Saturday, April 16, 2011

    O Prelúdio do Planeta dos Macacos

    Qual fã de cinema nunca viu a imagem de Charlton Heston ajoelhado diante das ruínas da Estátua da Liberdade?  Não há dúvidas de que a cena final O Planeta dos Macacos seja um ícone da sétima arte. Contudo, o longa de 1968 não chegou a explicar como a humanidade acabou chegando nesta situação apocalíptica.
    Os filmes que vieram depois mostraram a história posterior à original, e a refilmagem feita por Tim Burton, em 2001, pouco acrescentou à franquia. Só agora com o prelúdio dirigido por Rupert Wyatt e estrelado por James Franco os fãs vão descobrir como os macacos acabaram dominando a raça humana.
    Clique no vídeo abaixo para conferir o trailer recém divulgado de Rise of the Planet of the Apes.  A estreia nos Estados Unidos está marcada para acontecer em agosto.


    Friday, April 15, 2011

    Braulio Mantovani - Trip Fm

    Ele é responsável pelo roteiro dos filmes nacionais mais importantes dos últimos anos e chegou a ser indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2004, com Cidade de Deus. Trabalhou também com O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias, Tropa de Elite, Linha de Passe, Última Parada 174 e, mais recentemente, em Tropa de Elite 2
    Estamos falando de Bráulio Mantovani, que também lançou o livro Perácio, Relato Psicótico, pela editora Leya, e que no dia 25 de março estreiou dois novos trabalhos: a peça Menecma, dirigida por Lais Bodanzky, e o filme VIPs, que conta a história de Marcelo Nascimento, um dos maiores golpistas do Brasil, em cartaz nos cinemas.

    Arctic Monkeys

    "Don't Sit Down Cause I've Moved Your Chair" é do mais recente trabalho “Suck it and see”, marcado pra sair dia 6 de junho.


    Thursday, April 14, 2011

    Quem avisa amigo é ...

    CIGARRO, HERANÇA MALDITA.

    Se os índios foram mortos à vista, eles deixaram para os ocidentais a morte a prazo: o tabaco, que dizimou gerações e gerações com doenças como câncer no pulmão, enfisema e insuficiência cardíaca
    O frei Bartolomé de Las Casas, nascido em Sevilha em 1474, foi o grande cronista do genocídio perpetrado pelos europeus na América, ao mesmo tempo que o maior defensor, ainda que sem muito sucesso, que os indígenas tiveram diante dos espanhóis. Pouco antes de morrer, indignado com todas as crueldades que presenciou, redigiu seu testamento, praticamente uma maldição: “Creio que por causa dessas obras ímpias, criminosas e ignominiosas, perpetradas de modo tão injusto, tirânico e bárbaro, Deus derramará sobre a Espanha sua fúria e sua ira...”.


    Os índios, por sua vez, ainda que derrotados, deixariam uma herança sinistra para os europeus, com influência radical nas futuras gerações do Ocidente: o tabaco, muito difundido nas Américas mas desconhecido, então, em outros continentes. Sobre isso, Las Casas também escreveu um texto pioneiro, muitos anos antes daquele testamento: “[Os índios] Tendo acendido uma ponta, pela outra sugam, absorvem, e ingerem aquela fumaça junto com a respiração, com o que eles ficam entorpecidos e praticamente bêbados, e dizem não sentir cansaço, e a isso eles chamam de tabaco. Eu conheci espanhóis nesta Ilha de Hispaniola (Haiti) que estavam acostumados a tomar aquilo e, quando repreendidos, sob o argumento de que aquilo era um vício, respondiam que não conseguiam parar de usar. Eu não sei que conforto ou benefício eles encontraram naquilo”.





    Tuesday, April 12, 2011

    Zygmunt Bauman no Froteiras do Pensamento / Porto Alegre



    Quinta-feira, 07 de abril: o país se volta ao homem que invadiu uma escola no Rio de Janeiro, matou onze crianças e cometeu suicídio. É possível analisar o fato separadamente, procurando as causas particulares que levaram este homem ao assassinato e, em seguida, ao suicídio. Fatos compreendidos, culpados punidos, fim da história e sensação segura – e líquida.


    Novas fronteiras do pensamento se criam perante os tecidos complexos que formam a sociedade do medo, uma sociedade em que, nas palavras do sociólogo polonês Zygmunt Bauman, “qualquer dano provocado pela privação e a indolência, onde quer que aconteça, é acompanhado do insulto da injustiça: o sentimento de que o mal foi feito, um mal que exige ser reparado, mas antes de tudo vingado...”

    Leia, abaixo, a visão de Bauman sobre esta sociedade em que medo e violência se interligam de forma a produzir consequências fora de nosso controle e compreensão. O excerto foi retirado da obra Medo Líquido, publicada no Brasil pela editora Zahar.



    e a ideia de "sociedade aberta" representava originalmente a autodeterminação de uma sociedade livre, orgulhosa de sua abertura, agora traz à maioria das mentes a experiência terrificante de populações heterônomas e vulneráveis dominadas por forças que não controlam nem realmente compreendem, horrorizadas por sua própria indefensabilidade e obcecadas pela segurança de suas fronteiras e das populações que vivem dentro delas - já que é exatamente essa segurança das fronteiras e dentro delas que foge ao controle e parece destinada a permanecer eternamente fora de alcance (ou pelo menos enquanto o planeta for submetido unicamente à globalização negativa, que frequentemente parece ser o caso).


    Em um planeta globalizado, habitado por sociedades forçosamente "abertas", a segurança não pode ser obtida, muito menos garantida de maneira confiável, em um único país ou grupo de países: não por seus meios próprios e não independentemente do estado das coisas no resto do mundo.

    Tampouco a justiça, essa condição preliminar para uma paz duradoura. A pervertida "abertura" das sociedades implementada pela globalização negativa é ela própria a causa primeira da injustiça e assim, indiretamente, do conflito e da violência.

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    Como adverte a sabedoria antiga: inter arma silent leges (quando as armas falam, as leis silenciam). A globalização dos danos e prejuízos resulta na globalização do ressentimento e da vingança.

    A globalização negativa cumpriu sua tarefa, e todas as sociedades são agora plena e verdadeiramente abertas, em termos materiais e intelectuais, de modo que qualquer dano provocado pela privação e a indolência, onde quer que aconteça, é acompanhado do insulto da injustiça: o sentimento de que o mal foi feito, um mal que exige ser reparado, mas antes de tudo vingado... E, no resumo sucinto de Milan Kundera, essa "unidade da humanidade", tal como produzida pela globalização, significa basicamente que "não há um lugar para onde se possa fugir".

    Não há abrigos seguros onde alguém possa esconder-se. No mundo líquido-moderno, os perigos e os medos são também de tipo líquido - ou seriam gasosos? Eles flutuam, exsudam, vazam, evaporam... Ainda não se inventaram paredes capazes de detê-los, embora muitos tentem construí-las.

    O espectro da vulnerabilidade paira sobre o planeta "negativamente globalizado". Estamos todos em perigo, e todos somos perigosos uns para os outros. Há apenas três papéis a desempenhar - perpetradores, vítimas e "baixas colaterais" - e não há carência de candidatos para o primeiro papel, enquanto as fileiras daqueles destinados ao segundo e ao terceiro crescem interminavelmente.

    Aqueles de nós que já se encontram na extremidade receptiva da globalização negativa buscam freneticamente fugir e procurar vingança. Os que até agora foram poupados temem que sua vez de fazer o mesmo possa chegar - e acabe chegando.

    _______________________________

    Exasperados pela incapacidade de reduzir o ritmo atordoante da mudança, muito menos predizer ou determinar sua duração, tendemos a nos concentrar nas coisas que podemos, ou acreditamos poder, ou estamos seguros de que podemos, influenciar.

    Tentamos calcular e minimizar o risco de cairmos vítimas dos perigos que são mais fáceis de localizar, os mais flexíveis e manejáveis, entre todos os inúmeros e incontáveis perigos que, ao que suspeitamos, o mundo opaco e seu futuro incerto têm em estoque. Ocupamos o tempo buscando "os sete sinais do câncer" ou "os cinco sintomas da depressão", ou ainda exorcizando o espectro da alta pressão sangüínea e do alto nível de colesterol, estresse ou obesidade.

    Em outras palavras, procuramos alvos substitutos para descarregar o medo existencial excedente que teve cortado o acesso a seu escoadouro natural, e encontramos alvos paliativos ao tomarmos precauções minuciosas contra a inalação da fumaça do cigarro de outra pessoa, a ingestão de comidas gordurosas ou de bactérias "ruins" (enquanto ingerimos avidamente líquidos que prometem conter as "boas"), a exposição ao sol ou o sexo sem proteção.

    Aqueles de nós que podem arcar com isso se fortificam contra perigos visíveis ou invisíveis, atuais ou previstos, conhecidos ou ainda não, dispersos, mas ubíquos, desintoxicando o interior de nossos corpos e lares, trancando-nos atrás de muros, cercando os acessos a nossas residências com câmaras de TV, contratando guardas armados, dirigindo veículos blindados ou tendo aulas de artes marciais.

    "O problema", contudo, para relembrar a advertência de David L. Altheide, "é que essas atividades reafirmam e ajudam a produzir o senso de desordem que nossas ações precipitam".

    Cada chave extra na porta de entrada em resposta a sucessivos rumores sobre criminosos de aparência estrangeira enrolados em mantos cheios de punhais, ou cada revisão de nossa dieta em resposta a outro "pânico alimentar", faz o mundo parecer mais traiçoeiro e assustador, e instiga mais ações defensivas que acrescentarão ainda mais vigor à capacidade do medo de se autopropagar

    Essa é pra Roda Punk!

    Mais um da série Raimundos.

    Eu quero é ver o Oco!!!!

    Nostalgia 00's

    Precursor dos Reality Shows, tinha como tema uma versão dos Raimundos.

    Friday, April 08, 2011

    90's - Beastie Boys: Make Some Noise

    Para quem curte a estética anos noventa, novo som do Beastie Boys em breve ... por enquanto um teaser:

    Thursday, April 07, 2011

    Documentário - Diary of Facebook

    Documentário produzido pela Mtv Americana, mostrando como é trabalhar no headquarter da bilionária empresa de Marck Zuckerberg, instalada em Palo Alto - Califórnia. Rodou na tv americana dia 30 de março.



    Wednesday, April 06, 2011

    Foo Fighters - Novo Álbum e Documentário

    Quem ainda não vê Foo Fighters como banda clássica não vai mais ter como negar. Tá saindo o documentário do grupo que já tem 16 anos de história e agora sete álbuns de estúdio (o último, Wasting Light, saiu esse finde).
    Das primeiras músicas gravadas em cassete nos tempos que o Grohl ainda era o baterista do Nirvana, passando pela ascensão ao Grammy, os vários discos de platina e estádios lotados até a consagração como uma das maiores bandas de rock dos últimos tempos. Tudo em filme. 
    O legal é que pega a própria gravação do último disco, incluindo a participação do legendário produtor Butch Vig, que também trabalhou no clássico Nevermind do Nirvana. Preza é apelido. 


    O lançamento nos Estados Unidos é hoje. Aguardemos ansiosos! 

    ÁLBUM NOVO NA CARONA:
    A espera finalmente chega ao fim e, a alguns dias do lançamento oficial de Wasting Light, sétimo álbum do Foo Fighters, já é possível ouvi-lo por completo. Previsto para ser lançado dia 12 de Abril, o disco tem 11 faixas e foi gravado na garagem de Dave Grohl, que prometeu o álbum mais pesado do grupo. A produção ficou por conta de Butch Vig, baterista do Garbage e responsável pela produção de Nevermind, disco que consagrou o Nirvana.

    Apesar da promessa, Wasting Light não soa tão pesado quanto imaginei, mas ainda sim faz jus à espera e empolgação em torno de seu lançamento. É um disco coeso e bem produzido, a banda mantém a maioria das influências presentes nos discos anteriores, mas mostra que, depois de sete álbuns, continua fazendo um som original e indiscutivelmente bom, mesmo que não haja grandes mudanças. Mas vamos ao que realmente interessa, escute na íntegra o novo disco do Foo Fighters:

    Escuta aí o novo som dos caras:  Wasting Light by Foo Fighters



    Documentário: The Greatest Song I Ever Heard

    É, menos. Não é a melhor música que eu já ouvi, e provavelmente não será o melhor filme já vendido, mas esses são os nomes da música que o OK GO fez pra ser trilha sonora; e do novo documentário de Morgan Spurlock, respectivamente. Spurlock é aquele produtor, diretor e protagonista do Super Size Me, filme em que ele come só McDonald's durante 30 dias pra provar no próprio corpo os efeitos do estilo junkie-food de vida. Nesse novo trabalho, ele satiriza a produção dos filmes hollywoodianos, que são vendidos a investidores como vitrines pra produtos - o chamado product placement, e tenta vender o seu próprio longa, descrito por ele como  "o Homem de Ferro dos documentários".
    Confere:

    Tuesday, April 05, 2011

    Jack Johnson

    Data pra ver o hawaiano em Porto Alegre é dia 2 de junho, no Gigantinho.


    Monday, April 04, 2011

    LOBÃO - Trip Fm


    Desde 1984 o TRIP FM leva o ambiente da revista Trip para o rádio brasileiro. Hoje são 480 cidades espalhadas pelo Brasil, incluindo as principais capitais.
    Apresentado pelo editor das revistas Trip e Tpm, Paulo Lima, e com participação do repórter excepcional Arthur Veríssimo, o programa ganhou em 2005 o prêmio de Melhor Programa de Variedades do Rádio pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Além de músicas e notícias, o Trip FM sempre recebe convidados especiais, e que atuam em diversas áreas, para entrevistas: de Felipe Massa a Amyr Klink, passando por Walter Salles, Fernando Meirelles, Emerson Fittipaldi, Angélica, Luiz Melodia, Elza Soares, Maite Proença, Malu Mader, Rickson Gracie, Sócrates, Miéle, entre muitos outros.
    Rio Grande do Sul
    Grande Porto Alegre – Domingo 22hs - Itapema FM 102,3 MHz
    Caxias do Sul – Domingo 22h Itapema FM 102,7 MHz
    Santa Maria – Domingo 22h Itapema 105,7 MHz



    Segue um teaser do programa gravado com o maluco - LOBÃO.


    Novo Álbum do Marcelo Camelo - Toque Nela

    Conheço muita gente que não gosta, mas eu particularmente acho interessante o som desse cara.

    Sunday, April 03, 2011

    Apanhador só - Um rei e o Zé

    O magrinho dança muito



    FUNKALISTER: Funkalister foi formada em 2002, em Porto Alegre, pelos músicos Chico Paixão, Everton Velasquez, Vicente Guedes e Gilberto Ribeiro Jr. O objetivo inicial era criar temas instrumentais baseados na liberdade para improvisações.
    Sua principal influência é a música negra, principalmente o Funk dos anos 70, passando pelo Rock, pelo Jazz e chegando até ao Samba.
    A banda busca uma sonoridade típica das décadas de 60 e 70. O groove de baixo e bateria são fundamentais, e se misturam com teclados eletro-macânicos e analógicos tais como sintetizadores, pianos elétricos e clavinetes, além do naipe de sopros bem atuante formado por trompete, sax, trombone e flauta.
    Da fonte inesgotável do universo musical, podem ser destacados como importantes influências as obras de Eumir Deodato, Banda Black Rio, Robson Jorge e Lincoln Olivetti, João Donato, Parliament-Funkadelic, James Brown e Stevie Wonder.
    Com o passar do tempo a banda cresceu, tomou corpo e em 2006 nasceu o primeiro disco, “Volume 1”, que rendeu seus frutos, inserindo músicas em aberturas de programas de rádio como o “Programa das 7” (Guaíba), “Esporte Total” (Band), “Balanço Ipanema”, “College”, “N-coisas” e “A vez do Brasil” (Ipanema FM), na trilha sonora do filme “Andes Crossing” e também no livro “Em sintonia com a música”, voltado para o público jovem.
    O dia-a-dia de empenho, trabalho e criatividade trouxe maturidade suficiente para que a banda voltasse ao estúdio para gravar um novo disco de músicas inéditas, outra vez independente. As gravações ocorreram entre 2007 e 2008 e contaram com participações de alguns parceiros musicais.
    O segundo disco, “Volume 2”, foi lançado em outubro de 2008 e obteve ótimos resultados. Muitas de suas músicas também são usadas de trilhas para programas, além dos DJ’s, que sempre tocam a banda em suas festas de “Black Music”.
    Hoje em dia, a banda se dedica a fazer shows pelo estado e trabalha composições novas para um próximo disco.
    Te liga no magrinho bailando enfurecido em frente ao palco, pirando com a gatinha do lado.
    Puro Swing.

    Television is a drug?!

    Como hoje é domingo ... Big Fausto sucks!

    Bryan John Appleby - Cliffs Along The Sea

    Musiquinha melancólica para um fim de tarde de domingo.


    Created by:
    Bryan John Appleby
    Christian Sorensen Hansen
    Mychal Cohen
    Ryan Enkema



    Cine Trash

    O vilão de 'Blade Runner' e serial killer caroneiro de 'A Morte Pede Carona'. O ator alemão Rutger Hauer deixou sua marca nos 80's. 
    Direção de RRobert RRodriguez..